"É esse mesmo. Chega quando?"
Poucos elementos. O prazo sobe para perto do preço, porque é a única variável que ainda decide.
Comecei na direção de arte e cheguei a liderar design e criação. Antes de qualquer tela, aprendi a estruturar marca, sistema visual e narrativa, e a dirigir criação em várias linguagens. É essa maturidade que separa produto bem-feito de produto só bonito.
Hoje esse craft está em cada entrega, do fluxo de conversão à consistência de um design system em escala. É ele que separa o trabalho que parece inevitável do que apenas ocupa espaço. Ainda mais agora, com a IA no processo.
Em 15 anos, além de construir meus próprios produtos, colaborei com marcas de fintech, banking, varejo, big tech e ONG, em agência, in-house, parceria e founder.
Antes da primeira tela, defino contratos de comportamento com a engenharia: o que o sistema faz em cada estado, o que retorna quando algo falha, qual é o critério de aceite. Documento as premissas no discovery, não na revisão.
A métrica decide, não o achismo. Trabalho com esteira de testes e analistas, e cada decisão de design responde a uma pergunta: o que isso agrega ao negócio.
Em uma página de produto de alto tráfego, decisão vira dinheiro. Antes do layout, eu reduzo a complexidade do catálogo a padrões de decisão: em vez de uma tela única, cada tipo de produto ganha o fluxo de compra que faz sentido para ele.
A caixa de compra se adapta à intenção, não o contrário. E a dúvida se resolve na hora da decisão, dentro da própria página.
O que está aqui é meu: os padrões de decisão que eu aplico em página de produto e a anatomia da caixa de compra, desenhados para mostrar como eu penso conversão. As entregas de cliente estão sob confidencialidade, e eu percorro cada uma em conversa.
Um catálogo não tem um comprador, tem vários. A dúvida que trava a compra muda com o tipo de produto, e a caixa muda com ela. Mesmo componente, configuração diferente.
"É esse mesmo. Chega quando?"
Poucos elementos. O prazo sobe para perto do preço, porque é a única variável que ainda decide.
"Serve no meu caso? É compatível?"
A dúvida é técnica e se resolve dentro da caixa, sem mandar a pessoa para a aba de especificação e perder a compra no caminho.
"Cabe no meu mês?"
O preço à vista deixa de ser o herói. A parcela assume, e a mecânica promocional aparece resolvida, não como cálculo para a pessoa fazer.
Se uma camada não responde nada, ela não entra. É esse o critério que sustenta a caixa quando o catálogo cresce e todo time quer colocar mais uma coisa ali.
A regra de governança: camada nova só entra se aposentar outra ou se responder uma pergunta que nenhuma responde hoje. Sem esse critério, a caixa vira mural de avisos e a conversão cai sem ninguém saber por quê.
cada parte da página responde a uma pergunta de quem decide. Sem função clara, não entra.
a página não precisa ser quilométrica: o detalhe abre quando a pessoa pede, sem tirá-la do lugar.
nenhum componente serve a todo catálogo. A configuração muda com a decisão que a pessoa precisa tomar.
SplitDivisão de contas entre amigos resolvida da pesquisa ao protótipo navegável, com design system próprio. Projeto final de curso.
UX/UI · Produto
A²
Uber / DigioDireção de arte da promoção Acelera esse Cartão, do cartão Uber Conta com o Banco Digio.
Produto Financeiro
A³
PortoPeças de campanha de financiamento de veículos e consórcio, construídas com IA generativa dentro da marca Porto.
Direção de Criação
A⁴
Itaú UniclassComunicações in-app, e-mails e componentes mobile do segmento premium, e sistemas visuais escaláveis para sustentar a demanda contínua entre unidades de negócio.
Digital · Premium
A⁵
Banco InterArquitetura do site refeita em blocos modulares, com hierarquia revista e componentes reutilizáveis. Estudo conceitual.
Estudo próprio · Produto
A⁶
Adidas / ImagineDireção criativa autoral em Midjourney e Photoshop: um mergulho em primeira pessoa do espaço até a Terra.
Autoral · Marca
A⁷
Guaraná / ImagineEstudo autoral de identidade do Guaraná Antártica na Amazônia, com paleta construída a partir da floresta.
Autoral · IA Generativa
A⁸
E.T O Extraterrestre / ImagineDireção criativa autoral em Midjourney: um extraterrestre no espaço, com acabamento de animação.
Autoral · Direção Criativa
A⁹
GE · Consciência NegraCampanha de Consciência Negra de 2018, criada com um time de quatro pessoas.
Direção de Arte · Social
Tokens em três camadas, componentes documentados com código, governança, versionamento e handoff, com toggle de tema que troca só a camada semântica. Eu construo e mantenho o sistema com Claude Code: a documentação é viva e nasce do componente real, não de screenshot. Esse é o ganho: com IA, entrego o alcance de um time e mantenho tudo em sincronia, sem retrabalho. O foco continua sendo adoção, o sistema tem que ser usado e evoluir entre squads, não existir como biblioteca parada.
Opero como builder e grower: coloco a ideia de pé como produto real, em produção e rápido, e pego o que já existe e faço evoluir até encaixar, sempre com leitura de negócio.
Transito entre as mesas que decidem, de tecnologia e dados a marketing, design e operação, falando a língua de cada uma. Meu lugar é a ponte entre visão e entrega.
Identidade visual, narrativa de marca e linguagem de campanha. Do briefing ao sistema de identidade completo, traduzindo estratégia em linguagem visual coerente e escalável.
Arquitetura visual e sistemas de comunicação e conversão escaláveis para ecossistemas complexos. Produto, CRM e canais alinhados sob uma mesma linguagem, em contexto financeiro, institucional e corporativo.
UX Strategy, Design Systems e a jornada do discovery ao delivery em produto digital de alta escala. Fintech, banking, varejo e ambientes regulados de alto volume.
Claude Code, agentes e skills customizadas, com integração de APIs, versionamento em GitHub e prática com LLMs e AI Agents. Discovery, critique e research synthesis acelerados por IA, do briefing ao handoff, sempre com método.
Todo projeto recomeça do zero. O time gasta o dia em tarefa operacional e a decisão que já foi tomada evapora entre um contexto e o próximo.
Boa parte desse trabalho é braçal, com pouca exploração criativa. Não falta gente boa, falta uma camada que lembre, cruze e devolva o que o time já sabe.
Construo os agentes no Claude Code. Cada método vira uma skill, com a heurística escrita por extenso, conectada por API ao vault de conhecimento e às notas das reuniões. O agente varre, sintetiza, cruza e mantém a memória viva. Sobra tempo para a exploração criativa, que é onde o craft acontece.
Por baixo, é engenharia real: integração de APIs, versionamento em GitHub, LLMs e AI Agents e bases de conhecimento conectadas.
Na prática, cada método virou uma skill que roda sozinha.
Uma skill própria roda os fluxos contra critérios de usabilidade e aponta as fricções que explicam ~80% do atrito. Eu valido, não terceirizo o julgamento.
Em vez de ler transcrição por transcrição, o Claude cruza as entrevistas, agrupa padrões e devolve os temas que eu não veria tão rápido sozinho.
Antes de levar para o time, faço uma critique assistida do desenho. Chego na reunião com produto e engenharia, com a pergunta certa, não com a tela bonita.
E o ganho não para na velocidade. Com o operacional no automático, o meu tempo vai para o julgamento e o craft, que é o que a IA sozinha não entrega.
Um agente no Claude Code lê o meu vault inteiro, cruza arte, marca, produto e negócio e devolve uma síntese que eu não enxergaria sozinho. Um discovery que levava dias fecha em horas, com a mesma profundidade, porque a próxima decisão parte do que já foi aprendido.
É assim que o conhecimento deixa de ser memória de uma pessoa e vira patrimônio que fica com o time. O método não vem da lembrança, vem da arquitetura.
Conectei tudo que o time gera: conteúdo, aprendizados, métodos, testes, decisões e pautas de reunião. Os temas em comum se cruzam sozinhos, cada nota puxa a outra por contexto. O retrabalho cai e o conhecimento circula entre projetos, no lugar de ficar preso em silo.
Centralizei Calendar, Gmail e Drive em rotinas automatizadas. Cada reunião, documento e follow-up se liga ao anterior, e o contexto e o ritmo de execução ficam compartilhados entre os times.
A FluxAI nasceu de uma tese: usar IA virou o básico, e o que continua raro é o critério de quem decide o que ela vai fazer. Construo skills, agentes e automações que assumem o trabalho repetitivo e entram na operação da empresa, sempre com a marca dela e sem cara de IA. São três caminhos: a Biblioteca, assinatura de itens prontos para plugar no Claude e rodar hoje; os Serviços, sob medida, do briefing ao ar; e o Premium, onde eu entro dentro da operação para achar o que trava e implementar junto.
Skills, agentes e automações prontos para plugar no Claude, ajustar à sua marca e rodar hoje.
Automatizo o que você faz manualmente todo dia e coloco inteligência por trás disso. Agentes, landings e outros, sob medida, do briefing ao ar.
Diagnóstico e implementação de alto valor, feitos dentro da sua operação. É onde eu entro fundo para achar o que realmente trava, não o sintoma, e evoluir junto depois de colocar no ar.
No @mantovani_opedro eu abro os bastidores de construir com IA, automação e design: as decisões, os erros e o porquê de cada escolha. É onde o craft aparece antes de virar resultado.
Sessões 1:1 sobre craft, direção de arte, marca, produto e IA aplicada. Eu não venho só da tecnologia: comecei na direção de arte, passei pelo design e pelo produto e hoje construo com IA. É essa estrada inteira que eu abro na conversa.
Online, pelo Google Meet, com cerca de 90 minutos ao vivo. Você sai com um plano claro do que fazer em seguida.
Designers que querem elevar o craft, quem está construindo marca ou produto e quem quer colocar IA no fluxo de trabalho com critério.
Escolha um horário em cal.com/pedromantovani. A confirmação chega por email com o link da chamada e os detalhes da sessão.
Product & Brand Designer para o seu time: design, direção de arte e criação, produto e IA aplicada.
Marca, design, direção de arte, produto, sistemas de comunicação e operação AI-first.
A Biblioteca por assinatura, os Serviços sob medida e a consultoria de operação.